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"Nosso risco de contágio é maior, no dia a dia a gente lida com pacientes com vários tipos de doenças, então a imunização é importante", afirmou a fisioterapeuta Meriângela Coutinho.
O Organização Mundial da Saúde recomendou que cada país fizesse uma campanha de vacinação voltada para as populações que estão mais expostas ao risco. No Brasil, além dos profissionais de saúde, vão receber as doses os grupos que apresentaram maiores números de casos confirmados da Gripe A no ano passado e de mortes causas por complicações da doença.
Os índios também estão sendo imunizados durante a primeira fase, que vai até o dia 19 de março. No interior de São Paulo e do Paraná, índios caingangues, terenas e guaranis já foram vacinados.
Na segunda etapa, de 22 de março a 2 de abril, serão vacinados portadores de doenças crônicas, que não sejam idosos, grávidas e crianças de seis meses a um ano e 11 meses de idade.
De 5 a 23 de abril, será a vez de adultos de 20 a 29 anos. Depois, de 24 de abril a 7 de maio, os idosos com doenças crônicas, que também recebem a vacina contra a gripe comum. Quem tem mais de 60 anos e não tem doenças crônicas só vai ser imunizado contra a gripe comum. A última fase será de 10 a 21 de maio, para quem tem de 30 a 39 anos.
A circulação do vírus é maior no inverno, que começa em junho. Antes disso, o Ministério da Saúde quer vacinar 91 milhões de pessoas.
“É bastante eficaz, bastante segura. Então as pessoas podem ficar tranqüilas. É muito importante se vacinar para evitar quadros graves e óbito, que infelizmente aconteceu ano passado”, alertou o ministro da Saúde, José Gomes Temporão.
De abril a dezembro do ano passado, o Brasil registrou quase 40 mil casos da nova gripe. Morreram 1705 por causa de complicações da doença.
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